O novo filme de Apichatpong passa-se nesta ligeira nuance da afirmação que os vivos podem estar mortos (ou adormecidos, neste caso) e que os mortos coabitam com o presente, que percorrem a terra como todos nós. E é o esplendor: uma cidade natal onde houve em tempos uma escola na qual o realizador estudou; uma escola que hoje é um hospital onde soldados dormem, sem energias; um hospital que se ergue sobre um cemitério e um cemitério que é também o palácio de um rei. Terra-décor omnipotente, no qual a vida e a morte são o mesmo circuito singular, no qual a ventoinha do ar e a moinho da água giram sem distinção. Ao espectador é-lhe revelado o segredo dos super-heróis: ver e ouvir, mais e melhor.
sábado, 30 de abril de 2016
sexta-feira, 29 de abril de 2016
quinta-feira, 21 de abril de 2016
Verhoeven
Começou ontem a retrospectiva de Paul Verhoeven no indie e quem não tiver mais do que fazer pode ler aqui o texto que escrevi sobre o evento.
Já à conversa em torno da sua obra, que vai ter lugar a partir das 17:30, no dia 26 de Abril (terça-feira) no cinema São Jorge, estão obrigados a comparecer. Ela contará com a presença dos ilustres Luís Miguel Oliveira e Vasco Câmara, críticos do jornal Público, e Vasco Baptista Marques, do jornal Expresso. A moderação ficará a cargo deste vosso humilde servo. Até lá!
quarta-feira, 20 de abril de 2016
terça-feira, 19 de abril de 2016
segunda-feira, 18 de abril de 2016
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